quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Dica de leitura: O Pequeno Príncipe




“As estrelas são todas iluminadas...
Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua?”

Antoine de Saint-Exupéry


Como já disse em um post anterior, sempre fui incentivada pelos meus pais a apreciar uma boa leitura e, o primeiro livro que lembro ter lido na vida foi "O Pequeno Príncipe" (Le Petit Price) de

Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry , ou simplesmente Antoine de Saint-Exupéry, como é mais conhecido. A experiência que quero deixar aqui é sobre a necessidade de lê-lo mais de uma vez. Aliás, leia quantas vezes puder!

Quando criança achei uma história interessante e tão mágica quanto minha imaginação infantil era na época, mas, com o passar do tempo, percebi que o livro trata de temas muito mais complexos do que eu era capaz de entender na época: trata do verdadeiro valor dos sentimentos mais nobres como a amizade, o amor e a fé. Até mesmo as ilustrações do livro (feitas pelo próprio autor) passam a ser interpretadas de forma diferente.




A seguir, transcrevo minha parte favorita do livro (apesar de ser difícil eleger apenas uma):

"Vai rever as rosas – disse a raposa. – Assim, compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
_ Vós não sois absolutamente iguais a minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes ninguém. Sois como era minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E voltou, então, à raposa:
_ Adeus… – disse ele.
_ Adeus – disse a raposa. – Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
_ O essencial é invisível aos olhos – repetiu o principezinho, para não esquecer.
_ Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.
_ Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… – repetiu ele, para não esquecer.
_ Os homens esqueceram essa verdade – disse ainda a raposa. – Mas tu não deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa…
_ Eu sou responsável pela minha rosa… – repetiu o principezinho, para não esquecer."


As informações a seguir foram retiradas do site O Pequeno Príncipe:

O Piloto Poeta
Guiado pelas estrelas Antoine de Saint-Exupéry, viajou pelo mundo, decifrou o céu, criou laços entre as pessoas. Diminuindo as distâncias, fez o mundo parecer menor. Escrevendo, fez do nosso planeta, um mundo maior.


O Essencial

Antoine de Saint-Exupéry partiu para Nova York no fim de Dezembro de 1940, onde começou a desenhar, na frente aos editores, o recorrente menino de cabelos rebeldes. Quando lhe perguntavam, respondia: “Não é nada de mais, é apenas o garoto que existe no meu coração.”
A primeira edição do Pequeno Príncipe apareceu em abril de 1943. Ele recebeu um dos primeiros exemplares alguns dias antes do seu embarque para a África do Norte. Atravessou o Atlântico a bordo de um navio com tropas americanas para lutar pela França ocupada pelo exército alemão. No dia 31 de Julho de 1944 não retornou da sua última missão.
Toda a obra de Saint-Exupéry é centrada em valores fundamentais e universais. Elas fazem parte do nosso patrimônio. São os valores dos homens solidários, responsáveis e persistentes.



O Livro




O Pequeno Príncipe é o terceiro livro mais vendido do mundo. Possui cerca de 134 milhões de livros vendidos em todo mundo, 8 Milhões só no Brasil e foi traduzido em mais de 220 línguas e dialetos.


É um dos personagens mais famosos e queridos de todos os tempos, que empolga crianças e adultos com ensinamentos inesquecíveis. Sua história deixa marcas pela forma simples de suas mensagens de otimismo, simplicidade e amor ao nosso planeta.


Sinopse do livro (retirada de site "Para Ler e Repensar"):

O Pequeno Príncipe foi escrito e ilustrado por Antoine de Saint-Exupéry um ano antes de sua morte, em 1944. Piloto de avião durante a Segunda Grande Guerra, o autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara. Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede: "Desenha-me um carneiro"? É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade. O principezinho havia deixado seu pequeno planeta, onde vivia apenas com uma rosa vaidosa e orgulhosa. Em suas andanças pela Galáxia, conheceu uma série de personagens inusitados – talvez não tão inusitados para as crianças!
Um rei pensava que todos eram seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto. Um homem de negócios se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo para sonhar. Um bêbado bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber. Um geógrafo se dizia sábio mas não sabia nada da geografia do seu próprio país. Assim, cada personagem mostra o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece. Isso tudo pode ser traduzido por uma frase da raposa, personagem que ensina ao menino de cabelos dourados o segredo do amor: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.
Antoine de Saint-Exupéry via os adultos como pessoas incapazes de entender o sentido da vida, pois haviam deixado de ser a criança que um dia foram. Entendia que é difícil para os adultos (os quais considerava seres estranhos) compreender toda a sabedoria de uma criança.
Desta fábula foram feitos filmes, desenhos animados, além de adaptações. Muitos adultos até hoje se emocionam ao lembrar do livro. Talvez porque tenham se tornado “gente grande” sem esquecer de que um dia foram crianças.



Mensagem final
Eu sei que muitos já ouviram falar do livro e dos seu autor, mas o que poucos sabem é que Antoine de Saint-Exupéry já esteve em terras capixabas. Isso mesmo! Apaixonado pela aviação, o piloto fez algumas viagens a cidades do Brasil e uma delas foi Vitória, nossa doce cidade presépio. Depois disso, vocês certamente lerão o livro com outros olhos, não é mesmo?

Um grande abraço a todos e que venha 2012!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Bateria feita de papel! Parece brincadeira, mas não é!


Durante uma feira de produtos ecológicos, a empresa Sony apresentou o que parecia ser impossível: um protótipo de bateria alimentada por papel velho . A tecnologia gera eletricidade transformado o papel em açúcar, que serve como combustível para gerar eletricidade. Esse projeto permitirá que as pessoas possam carregar seus eletrônicos usando lixo.
A melhor parte é que a equipe responsável garantiu que o projeto é ecologicamente correto e não utiliza produtos químicos nocivos ou metais.
"O processo funciona usando a enzima celulase para decompor os materiais em açúcar (glicose).
O açúcar se combina com o oxigênio e outras enzimas, ainda que retiram do material elétrons e íons de hidrogênio.
Os elétrons foram usados pela biocélula para gerar eletricidade. Ela gera ainda, como subprodutos, água e ácido gluconolactona, que é comumente usado em cosméticos.
Pesquisadores envolvidos no projeto compararam o mecanismo com o utilizado por formigas e cupins para digerir a madeira e transformá-la em energia."
O projeto ainda está em desenvolvimento já que, por enquanto, é possível produzir pouca eletricidade a partir dele.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Jequitibá, o gigante da floresta



"Se eu soubesse que o mundo acabaria amanhã, hoje ainda eu plantaria uma árvore".
Martin Luther King"


Uma pitada de prosa com Tio Leonardo em Taquaruçú Espírito Santo. Jequitibá, o gigante das nossas florestas.Uma única copa abrigava mais de 20 000 seres vivos, o total de vidas humanas de uma cidade inteira. Sua idade, até seis vezes a idade do Brasil. Mesmo assim milhares ou milhões foram derrubados ...




O Jequitibá é uma das plantes escolhidos por nós para ser distribuída dentro dos nossos sapinhos, do Projeto Sapinho Ecológico. Contando apenas a Feira do Verde do ano de 2011, foram distribuídas cerca de 1000 sementes de jequitibá aos visitantes.


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Treinamento militar

.
Em 1989, a cultura da polícia militar no ES era assim.
Depois a cultura de ir a um Mosteiro. Deixe seu comentário.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Esgoto sanitário entupido: Dicas de como não fazer



Vitória está para ser a primeira cidade do Brasil com 100% do esgoto tratado. Tomara que funcione, porque pelo que vejo pela minha janela, não temos muita experiência no assunto.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Vida e obra de um grande escritor: já leu Huberto Rohden?

"O homem Cósmico está com os pés 
solidamente firmados na Terra 
e com a cabeça gloriosamente 
banhada pela luz eterna do céu e, 
quando contempla o céu, 
não perde de vista a Terra".
Huberto Rohden



 Como já disse em outro post, meu objetivo aqui é ajudar meu pai a contar um pouco da vida dele neste blog. Hoje quero falar sobre algo que ele me ensinou desde criança: a importância da leitura. Desde sempre meus pais incentivaram que eu lesse de tudo para aprender a "afiar" o senso crítico.
Um dos nomes que ouvi a infância inteira foi Huberto Rohden. Meu pai sempre foi fascinado por ele e sua obra então assim que aprendi a ler comecei a ler seus livros. Na verdade, alguns parecim complexos demais mas quando conhecemos mais dos seus livros conseguimos apurar sua sensibilidade.


O livro Isis por exemplo é obviamente, como todos os seus livros, destinado ao público adulto, mas tão cheio de magia que parece ter sido extraído da mente de uma criança. É um livro em que Rohden declara abertamente seu amor e seu conhecimento sobre a natureza. Certamente imperdível para quem deseja se conectar com o universo.
Rohden foi um autor de filosofia que não deixava de comentar sempre sobre sua sensibilidade espiritual e indicar aos leitores grandes ideias e ideais. Do site ahau.org, retirei algumas informações sobre sua vida:
"Autor de 65 livros, a maioria de filosofia, o tubaronense Huberto Rohden (1893-1981) é um estrangeiro em território catarinense. Pouco conhecido, o escritor acaba de ganhar uma biografia escrita por Zoraida H. Guimarães, "Um Pilar de Luz no Cosmo", publicado pela Editora Lunardelli.

Filho de roceiros e lavradores em Braço do Norte, quando o município pertencia ao distrito de Tubarão, Rohden escreveu seus primeiros artigos aos 22 anos na revista "Eco", em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, Estado para onde foi em 1905 para estudar no Colégio São José, em Pareci Novo. Aos 27 anos foi ordenado sacerdote e, para comemorar a data, editou seu primeiro livro, "Tu és o Cristo, Filho do Deus Vivo". Depois de 25 anos de dedicação à literatura cristã, deixou o clero, sob pressão de "invejosos", que rotulavam seus escritos de perniciosos à fé católica.
A zero hora do dia 7 de outubro de 1981, após longa internação em uma clínica naturista de São Paulo,aos 87 anos, o professor Huberto Rohden partiu deste mundo e do convívio deus amigos. Suas últimas palavras foram "Eu vim para servir a Humanidade”


Então é isso, espero que gostem da indicação e possam conhecer as obras desse escritor maravilhoso que com certeza deixou uma marca com seus escritos.
Quem quiser ouvir uma de suas entrevistas a respeito de Jesus, poderá conferir no vídeo abaixo:


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

6 de dezembro - Você conhece a Campanha Laço Branco?


As informações abaixo foram retiradas do site oficial da campanha:

SOBRE A CAMPANHA

Campanha Brasileira do Laço Branco tem o objetivo de sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher. Suas atividades são desenvolvidas em consonância com as ações dos movimentos organizados de mulheres e de outras representações sociais que buscam promover a eqüidade de gênero , através de ações em saúde, educação, trabalho, ação social, justiça, segurança pública e direitos humanos.


Como tudo começou?

No dia 6 de dezembro de 1989, um rapaz de 25 anos (Marc Lepine) invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica, na cidade de Monteral, Canadá. Ele ordenou que os homens (aproximadamente 48) se retirassem da sala, permanecendo somente as mulheres. Gritando: “você são todas feministas!?”, esse homem começou a atirar enfurecidamente e assassinou 14 mulheres, à queima roupa. Em seguida, suicidou-se. O rapaz deixou uma carta na qual afirmava que havia feito aquilo porque não suportava a idéia de ver mulheres estudando engenharia, um curso tradicionalmente dirigido ao público masculino.

O crime mobilizou a opinião pública de todo o país, gerando amplo debate sobre as desigualdades entre homens e mulheres e a violência gerada por esse desequilíbrio social. Assim, um grupo de homens do Canadá decidiu se organizar para dizer que existem homens que cometem a violência contra a mulher, mas existem também aqueles que repudiam essa atitude. Eles elegeram o laço branco como símbolo e adotaram como lema: jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos frente a essa violência.

Lançaram, assim, a primeira Campanha do Laço Branco (White Ribbon Campaign): homens pelo fim da violência contra a mulher. Durante o primeiro ano da Campanha, foram distribuídos cerca de 100.000 laços entre os homens canadenses, principalmente entre os dias 25 de novembro e 6 de dezembro, semana que concentra um conjunto de ações e manifestações públicas em favor dos direitos das mulheres e pelo fim da violência. O dia 25 de novembro foi proclamado pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (UNIFEM), órgão das Nações Unidas, como Dia Internacional de Erradicação da Violência contra a Mulher. O dia 6 de dezembro foi escolhido para que a morte daquelas mulheres (e o machismo que a gerou) não fosse esquecida.

Trabalhando junto a diversos órgãos das Nações Unidas, particularmente o UNIFEM, e em parceria com organizações de mulheres, esta Campanha também foi implementada em diferentes países, ao longo das duas últimas décadas: na Ásia (Índia, Japão e Vietnã), Europa (Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Alemanha, Inglaterra e Portugal), África (Namíbia, Quênia, África do Sul e Marrocos), Oriente Médio (Israel), Austrália e Estados Unidos.

No Brasil, algumas iniciativas começaram a ser delineadas em 1999. Com objetivo de ampliar cada vez mais nossa rede, em 2001 realizamos o lançamento oficial da Campanha, promovendo diferentes atividades, entre elas: distribuição de laços brancos, camisetas e folhetos informativos, realização de eventos públicos, caminhadas, debates, oficinas temáticas, entrevistas para jornais e revistas, coleta de assinaturas e termos de adesão à campanha etc. Essas atividades foram desenvolvidas em parceria com diferentes instituições, particularmente organizações do Movimento de Mulheres.

Diante das informações sobre essa campanha, tudo que conseguimos e precisamos pensar é que o mundo precisa de mais amor e de mais pessoas propagando esse  sentimento. Que tal então dar uma lida em um belo poema sobre o tema?

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Luís de Camões

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Você sabe o que é desenvolvimento sustentável? Será que essa é a expressão certa?


Então gente, primeiro vou começar a postagem dizendo que minha ideia aqui era falar sobre desenvolvimento sustentável, sobre definição e outras coisas. Encontrei então a definição:
A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.
Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental.
Mas aqui sou uma colaboradora, estou ajudando meu pai a montar seu blog e quando passei a ideia do texto pra ele ele respondeu: 
"O homem um dia saiu da mata e em milênios de evolução chegou em um apartamento de luxo, mas é la na mata que ele se sente bem. Por mais bem estruturado que seja um discurso ecológico não se iguala ao do divino mestre jesus: "olhai as aves do céu... olhai os lírios dos campos...". Acho uma ignorância dizer "Desenvolvimento Sustentável", porque se não fosse sustentável não seria desenvolvimento. E a palavra economia, "administração doméstica", se fosse bem vivida também não precisaria vir acompanhada de "sustentável". Como vê, minha filha, meu coração relembra minha falecida avó: - Geninho, quanto maior a explicação, maior a mentira."
Então me pareceu interessante refletir sobre essa perspectiva dele. Afinal, como falar de desenvolvimento se ele não for sustentável? De que adianta explorar as matérias-primas produzindo de tudo, se nossos filhos e netos não poderão aproveitar? Bom, talvez meu pai possa passar por aqui e criar uma postagem melhor sobre o assunto, mas aqui quero deixar também uma contribuição:

Conta-se que Mahatma Gandhi, ao ser perguntado se, depois da independência, a Índia perseguiria o estilo de vida britânico, teria respondido: "...a Grã-Bretanha precisou de metade dos recursos do planeta para alcançar sua prosperidade; quantos planetas não seriam necessários para que um país como a Índia alcançasse o mesmo patamar?"

A sabedoria de Gandhi indicava que os modelos de desenvolvimento precisam mudar. Os estilos de vida das nações ricas e a economia mundial devem ser reestruturados para levar em consideração o meio ambiente.
" Albert Einstein disse que "futuras gerações dificilmente acreditarão que tenha existido na face da terra, em carne e osso, um homem como Ghandhi."

sábado, 3 de dezembro de 2011

Reciclagem: o que fazer com óleo de cozinha usado?




Olá pessoal!
Tudo bem?

Então, apesar de estar em voga a alimentação saudável que busca reduzir a quantidade de frituras e gordura em geral que comemos é muito difícil preparar uma refeição sem que para isso seja usado pelo menos um pouco de óleo de cozinha. Até mesmo a refeição básica, arroz e feijão, leva esse ingrediente. As vezes até reutilizamos o óleo mas quando não dá mais para ser usado, o que fazer?

Infelizmente, muitas vezes ele acaba indo parar no ralo da pia, no lixo ou no meio da rua por falta de conhecimento do que fazer ou até mesmo por negligência. Mas essas atitudes prejudicam (e muito) nosso meio ambiente. Além do óleo causar entupimento nos canos em que passa gerando a necessidade de manutenção um litro de óleo é capaz de contaminar um milhão de litros de água. É bastante, não? Mas então, o que fazer?


O que fazer com o óleo usado

A maneira mais simples de resolver o problema do óleo usado é guardá-lo em recipientes até juntar uma quantidade considerável e ligar para as empresas que fazem a coleta. Hoje em dia há muitas empresas no Brasil todo fazendo isso. Aqui em Vitória, por exemplo há o serviço telefônico 156 da prefeitura que coleta o óleo em casa quando solicitado.

O óleo pode ser usado para fazer sabão caseiro também. Basta seguir a receita:

Ingredientes
5 litros de óleo usados;
2 litros de água;
1 kg de soda cáustica em escama;


Como fazer
  1. Coloque a água na temperatura ambiente em um balde plástico;
  2. Adicione, com cuidado, a soda cáustica. Mexa para ajudar a dissolver com um instrumento de plástico.
  3. Adicione o óleo levemente aquecido e mexa por cerca de 50 minutos. Nesse momento ocorre a reação química de saponificação.
  4. Adicione o amaciante e mexa novamente até formar uma mistura homogênea;
  5. Jogue a mistura em uma fôrma plástica e espere secar;
  6. Corte o sabão em barras.

Então é isso, você pode optar por procurar o posto de coleta mais próximo ou fazer seu próprio sabão, o que você não deve fazer é permitir que seu óleo prejudique o futuro do nosso planeta!





Político Honesto




Você já procurou na internet "político honesto"?

Veja o que você encontra no Google: "O político que você estava procurando não pode ser encontrado ou não existe! É uma lenda, trocou de nome ou está eternamente fora do ar."

Dizem que no meio político não tem ninguém honesto, mas pode ter certeza que a maioria da população é honesta.

É só saber escolher na hora de votar.

Dizem também que os que estão lá, os corruptos, acabam eliminando de uma forma ou de outra os novos e honestos que entram.

Que tal começarmos uma campanha pra não votar em ninguém que já tenha sido eleito uma vez? Afinal, dizem que eles, os políticos fazem o que querem e podem tudo, mas fazer um político eles não podem. Só nós podemos.

Não é coerente reclamar com os outros da obra que nós fizemos, não é mesmo? Então está na hora de mudar! Faça você a diferença! E se você acha que não ale a pena, leia o texto abaixo que deixei para que vocês possam refletir a respeito do seu papel nas eleições.






"Um homem sábio fazia um passeio pela praia, ao alvorecer. ao longe, avistou um rapaz que parecia dançar ao longo das ondas. Ao se aproximar, percebeu que ele pegava estrelas do mar na areia e as atirava suavemente de volta à água. Então o homem sábio perguntou:
- O que está fazendo?
- O sol está subindo e a maré baixando; se eu não as devolver ao mar, irão morrer.
- Mas, meu caro jovem, há quilômetros de praias cobertas de estrelas do mar... Você não vai conseguir fazer qualquer diferença.
O jovem curvou-se, pegou mais uma estrela do mar e atirou-a de volta à água, além da arrebentação das ondas e retrucou:

"FAZ DIFERENÇA PARA ESSA AÍ!"

Então, vamos fazer a diferença nas próximas eleições?

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Afiando o Machado

Nada melhor para começar o blog do que uma reflexão importante sobre a importância de estar sempre olhando ao nosso redor e mudando nossas perspectivas. É um texto bem conhecido que se chama "Afiando o Machado"


"No Alasca, um esporte tradicional é cortar árvores. Há lenhadores famosos, com domínio, habilidade e energia no uso do machado. Querendo tornar-se também um grande lenhador, um jovem escutou falar do melhor de todos os lenhadores do país. Resolveu procurá-lo.
- Quero ser seu discípulo. Quero aprender a cortar árvore como o senhor.
O jovem empenhou-se no aprendizado das lições do mestre, e depois de algum tempo achou-se melhor que ele. Mais forte, mais ágil, mais jovem, venceria facilmente o velho lenhador. Desafiou o mestre para uma competição de oito horas, para ver qual dos dois cortaria mais árvores.
O desafio foi aceito, e o jovem lenhador começou a cortar árvores com entusiasmo e vigor. Entre uma árvore e outra, olhava para o mestre, mas na maior parte das vezes o via sentado. O jovem voltava às suas árvores, certo da vitória, sentindo piedade pelo velho mestre.
Quando terminou o dia, para grande surpresa do jovem, o velho mestre havia cortado muito mais árvores do que o seu desafiante.
- Mas como é que pode? – surpreendeu-se. Quase todas as vezes em que olhei, você estava descansando!
- Não, meu filho, eu não estava descansando. Estava afiando o machado. Foi por isso que você perdeu."
Aprendizado é um processo que não tem fim. Sempre temos algo a aprender. O tempo utilizado para afiar o machado é recompensado valiosamente. O reforço no aprendizado, que dura a vida toda, é como afiar sempre o machado. Continue afiando o seu.


Muitas vezes lutamos com todas as nossas força por alguma causa e no final não conseguimos resultado algum. Isso acontece porque lutamos da maneira errada, sem usar os instrumentos certos. 
Nós acreditamos na luta diária para um mundo melhor e, acreditamos também que devemos "afiar sempre nosso machado" afim de alcançar nossos objetivos. E você, já afiou o seu machado hoje?