segunda-feira, 30 de abril de 2012

Pesquisa com Células Tronco




PESQUISA COM CÉLULAS-TRONCO
(Como um fato ou como um valor)

-opinião pessoal-

Na polêmica questão da pesquisa com células tronco, a ciência humana diverge da sabedoria divina quanto ao “momento início da vida” no embrião. Mas, onde ou quando começa, ou acaba, a “aura da vida”? 

Pela natureza humana, os procedimentos para o surgimento de uma nova vida, exigem: 
um homem, uma mulher, um “desejo comum”. A manifestação deste “interesse comum, é uma solicitação à “essência divina” para a “entrega de uma existência humana”. A exigência do Criador, para a geração de uma nova criatura é: que a “intenção” seja “compromissada” e “fiel ao compromisso”. No desejo comum, começa uma obrigação com a vida. Um contrato que coloca os dois como “fiéis depositários” desse compromisso requisitado por eles. Uma união “descompromissada” é criticada por Jesus que observa: “aquele que olhar para uma mulher para à cobiçar, já em seu coração cometeu adultério”. Ou seja, adulterou a formula divina da criação. Fez uma solicitação fraudulenta. 

No “fato” da interrupção da progressão da vida embrionária, a questão não é “o que” ou “quem” morre (o fato), mas sim “quem” ou (o valor). O princípio da essência divina diz: “darmos a vida” (um valor positivo) e não para “tirarmos a vida” (valor negativo), por uma boa causa. Um exemplo prático é o sofrimento das “cobaias” que nos causa indignação natural como uma atitude inversa de amor, uma violência. Por essa linha de pensamento é aceitável que um cientista dê a sua vida para salvar um animal (atitude de amor), mas inaceitável que ele tire a vida de um animal (atitude de violência) para salvar a sua. Se nossa intenção é melhor o nosso mundo, o caminho é pelo “mundo dos valores” e não pelo “mundo dos fatos”. Relembrando Albert Einstein: “do mundo dos fatos não conduz nenhum caminho para o mundo dos valores, pois estes vêem de outra dimensão”. 

No caminho da evolução humana, uma “lei humana” em contradição com a “constituição divina” é uma involução que se desdobra fatalmente em sofrimento humano. (Ditado popular: Quando agredida a natureza não se defende, se vinga). Relembrando também Jesus: Procurai em primeiro lugar o reino de Deus e sua justiça (valor) e tudo mais (fatos) vos será dado por acréscimo. De que vale o homem ganhar o mundo inteiro (fato), se vier a perder a alma (valor)”? 

Eugênio Inácio Martini

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